Baiano de Ilhéus, o goleiro Adriel iniciou a sua trajetória no futebol como centroavante, virou volante, lateral, até chegar ao gol. Em 2015 participou de uma peneira no Náutico já como goleiro.[1] Em entrevista ao "Paredão do Guerrinha" ele conta sobre uma fuga e que quase foi parar em Minas Gerais:[2]
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Meus pais não acreditavam no futuro no esporte. Teve um tempo que, por algumas dificuldades, me dediquei a mais mesmo não tendo o apoio. A partir dos 14 anos eu tentei realmente. Eu fugi de casa com 15 anos para fazer um teste no Náutico. Com 14, eu fui escondido com o meu tio numa escolinha, o Atlético-MG queria que eu fosse (para Belo Horizonte). Minha mãe não deixou. Então eu falei que iria estudar.
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Sparta de Tocantins
Antes de acertar com o tricolor, passou pelo Sparta em 2018 a princípio para treinamentos, mas foi aproveitado em dois jogos profissionais na Série D do Campeonato Brasileiro.
Jogo com os pés e goleiros ídolos
Frequentemente comparado a Dida por ser pegador de pênaltis, também em entrevista ao Paredão do Guerrinha da Rádio Gaúcha, se revelou fã do Pentacampeão do Mundo com a Seleção Brasileira Rogério Ceni e de Ederson que disputou as Copas de 2018 e 2022. Nos treinos costuma ser um dos batedores de penalidades e as vezes se arrisca batendo faltas.
Em 2023 assumiu a titularidade da meta tricolor e foi peça importante para o Hexa Campeonato Gaúcho, em oito partidas foi vazado seis vezes. Foi o herói da semifinal, na disputa por pênaltis defendeu dois contra o Ypiranga. Porém, antes de ser melhor aproveitado, pediu para ser emprestado, mas Renato pediu a permanência do goleiro, "Eu falei a ele para ficar. Disse que receberia oportunidades e foi o que aconteceu." [3]